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Meu amor, perdição..
Abre a janela do teu quarto,
liberta as portas para o paraíso,
chora no meu colo as tuas angústias mais pérfidas, implícitas e estranhas..
Meu amor, perdição...
Resta pouco tempo,
corre agora para os meus braços,
dorme.. incólume,
um sono eterno,
o sono do tormento,
nas profundezas deste homizio,
que é o amor, o sentimento..
-Blasfémias!! (consciência)
O Amor, para mim,
é a mais virginal forma de demonstrar sadismo,
sem que sejamos interpretados de maneira obscena.
Em: Poesia Inconsciente, 2017
Abre a janela do teu quarto,
liberta as portas para o paraíso,
chora no meu colo as tuas angústias mais pérfidas, implícitas e estranhas..
Meu amor, perdição...
Resta pouco tempo,
corre agora para os meus braços,
dorme.. incólume,
um sono eterno,
o sono do tormento,
nas profundezas deste homizio,
que é o amor, o sentimento..
-Blasfémias!! (consciência)
O Amor, para mim,
é a mais virginal forma de demonstrar sadismo,
sem que sejamos interpretados de maneira obscena.
Em: Poesia Inconsciente, 2017
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